sábado, 3 de novembro de 2007





Minha cobertura do TORDESILHAS não está rolando...

Tenho tentado, mas a MOSTRA e a chuva torrencial que possui um poder atrasador incomensurável!
Dois artigos me esperam, escrevê-los-ei...
Será que eu consigo as entrevistas das quais preciso?
Quem sabe?

Lá vou eu, na tentativa...

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

TORDESILHAS Dia 1- FOTOS+ FATOS

Fui tudo mais ou menos assim: "Late"ao extremo, cheguei para a última mesa, que contou com poetas Espanhóis. Me interessei pelo trabalho do Javier Gil mais que pelos outros, embora o Adolfo Montejo e Juan Igerabide também sejam "leituras futuras"... Público pequeno, pessoas "do meio", alguns nomes ou rostos conhecidos, nenhum amigo (uma poeta-conhecida-colega querida sim), nenhum dos que eu esperava tanto ver... Cedo ainda para achar algo assim, de tão concreto. Amanhã,começa a sessão entrevistas. Sim, postá-las-ei na íntegra aqui,antes de publciar o aritgo ("editadérrimo"). Inicio pelos cariocas, lá para O ESTADO (http://www.oestadorj.com.br/) :

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Início do TORDESILHAS!

"Na ponta da Língua navegam todas as palavras,com vocação de sombra íntima". Adolfo Navas.





Será por isso: para apartar, resolver ou descrever as peculiaridades desta tal sombra?
Iniciei meu trabalho lá no

TORDESILHAS

ME PERGUNTANDO O PORQUE DE FAZER POESIA, DE ESCREVER.

Tenho algumas teorias, e uma cabeça aberta para percebê-las erradas,incompletas, cegas até.

Talvez não seja neste evento, acho que não será. É possível porém que eu chegue mais perto de entender esta compulsão alucinada que leva às pessoas a se dedicar a algo assim... DIZER ALGO A ALGUÉM!
Ou simplesmente eu realize meu trabalho técnico-jornalístico e vá "embora para casa" com a sensação de mais um acontecimento "bege, quase branco, daqueles que não mudam muito as coisas".

Ainda não dá para saber...

HORAS!

Lu, antendendo a um pedido seu, aí vai uma minha, antiga. Para iniciar o dia com um grande ponto de interrogação e muitas razões para duvidar.


HORAS
Por Gabriela Cuzzuol
Em 12 de maio de 2007.



Em meio ao balanço das horas;
Me atraso culpada e meio perdida;
Levada por rodas guiadas;
Me leio mecânica e sem movimento;

Seguindo nos ônibus duros;
Os sonhos modernos do dia em segundos;

Chorando em lençóis giramundo;
Atropelos estanhos em tempos marcados;

Sorrindo como em conversíveis;
Vitórias vencidas;
Corridas e sãs.